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PRAIA DE CARNAUBINHA

Written By Ozii Terceiro on sábado, 29 de outubro de 2011 | 07:55

ORIGEM DO NOME – Diminutivo de carnaúba, palmeira copernicea cerífera, também chamada de carnaíba.
O nome provém do enorme sítio de coqueiros chamado Carnaubinha, que existia ali no século XIX, compreendendo as terras da atual Praia de Carnaubinha.
ASPECTOS – Linda praia, extensa, reta, com areias finas, cercada por coqueiros uniformes de médio porte. As águas calmas favorecem o banho de mar. Há currais de pescas e o povoado é festivo e acolhedor. Carnaubinha destina-se a ser importante praia de veraneio.
HISTÓRICO – No ano de 1885, Carnaubinha contava com um pequeno número de casas onde residiam pescadores que freqüentavam o “Buraco da Tainha” (local bom para pescar). As primeiras casas de telhas e tijolos, fabricados em Santa Luzia do Saco surgiram em 1925, construídas pelos pescadores Manoel Raimundo do Nascimento e sua esposa Ingraça do Nascimento, Francisco Miguel do Nascimento (Pixico) pai de Luís Francisco do Nascimento, João Francisco de Brito e sua esposa Regina Maria da Conceição, estes últimos vieram da “Baixa de Quimquim”, onde nasceu a filha do casal, Adelaide Maria de Brito. Devido à sua proximidade com a Praia de Touros, “Carnaubinha de Nossa Senhora de Fátima” evoluiu rapidamente, principalmente a partir da Segunda Guerra Mundial, quando foi área de acampamento de pelotão do Exército Brasileiro.
Nos idos de 1985, os trabalhos de algumas religiosas de nacionalidade alemã, destacando-se irmã Aloisia Gemardinger, possibilitaram a reforma da igreja de Nossa Senhora de Fátima, marco religioso de grande importância para a evolução da comunidade praieira de Carnaubinha.
REGISTRO – No início do povoamento de Carnaubinha havia muita pobreza. Os habitantes sobreviviam alimentando-se de mucunã (planta cujas vagens têm um revestimento piloso que causa prurido na pele de quem lhes toca) pisado no pilão, lavado em nove águas para o comensal não morrer atordoado, e goiti pós-enterrado por três dias nos morros de Carnaubinha. A iluminação era possível através de uma “piroca” feita num copo d’água.
ARTESANATO – Trabalhos realizados com fibras de coqueiro; casinha de papelão/areia; conchinhas; chapéus feitos de pano do coqueiro; trabalhos de labirinto, etc.
LENDA – Há no litoral do Rio Grande do Norte a tradição do “Fogo Corredor” que desce e sobe morros, mito do passado propagado, também, em Carnaubinha. Explicações populares dadas a Câmara Cascudo, em Geografia do Mitos Brasileiros: “Batatão é o fogo parado. O fogo corredor é a alma dos compadres e das comadres que em vida não guardaram o respeito da igreja. São obrigadas por isso a penar até que seja cumprida a sentença marcada pelo criador”.
PRAIA DO MUNICÍPIO DE TOUROS.
ACESSO – BR 101/RN 023.
DISTÂNCIA DE NATAL – 99 km.


CARNAUBINHA BEACH
ORIGIN OF THE NAME - Diminutive from carnaúba, ceriferous copernicea palm tree, also called carnaíba.
The name has its origin in Carnaubinha Site (a small farm), in the XIX century, forming the land of present Carnaubinha Beach.
Beautiful beach, wide, straight, with fine sand, circled by unvarying coconut-palm trees of medium high. Calm waters which allow the bath in the sea. There are fishgarths and there is a festive and welcome village.
“Nossa Senhora de Fátima’s Carnaubinha” evolved rapidly specially after World War II started because it turned into a camping site for the Brazilian Army.
In 1985, the work of some religious German women, like Sister Aloisia Germadinger, made possible the reform of Nossa Senhora de Fátima Church, a religious landmark of great importance for the community of

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